BIOGRAFIAS dos ARTISTAS EXPOSIÇÃO Festival BI'18


ANDREIA TOCHA




Andreia Tocha (1977), vive e trabalha em Lisboa, onde estudou design industrial e concluiu a sua licenciatura em 2003. Actualmente frequenta o curso de mestrado Ciências da Conservação, Restauro e Produção de Arte Contemporânea na Faculdade de Belas Artes em Lisboa. Recentemente introduziu na sua expressão a cerâmica como forma escultórica.

Tem vindo a explorar a luz e os seus efeitos no seu trabalho. Suas obras frequentemente exploram a luz e sombra. Um dos mais marcantes temas que desenvolveu foi Objectos de luz, os quais assentam no conceito “Das coisas nascem coisas” de Bruno Munari, apresentados na exposição de design “Elogio da Sombra” (Lisboa, 2011) ao abrigo da ExperimentaDesign. Tem vindo a participar em diversas exposições colectivas em Portugal e Espanha. Das individuais, destacam-se O Elogio da Sombra e Precisão Arbitrária em Lisboa, “Os Abanicos”, obra encomendada pelo Centro de Artes de Sines em que a luz solar desvenda uma geometria árabe, Super Súber na galeria Bessa Pereira e mais recentemente Fata Morgana, uma miragem Bordalliana, desenvolvida em parceria com a Fábrica Bordalo Pinheiro, inaugurada no Museu Bordallo Pinheiro em Lisboa, que se encontra em digressão por diversos pólos culturais.


CAIM CALDAS


Caim Caldas, estudou escultura na Fbaul, onde aprendeu a trabalhar em diversos materiais, especializando-se em cerâmica. Conta com diversas exposições muitas das quais no
estrangeiro. Foi devido a esse contacto com o estrangeiro, que aprendeu o significado da
palavra Surnikfu que o fez reformular todo o seu pensamento e consequentemente a sua
obra. E é essa pequena palavra de grande significado a base para a construção plástica e conceptual das suas criações.


DAVID DE SOUSA


THIS IS ME• DAVID DE SOUSA, A PORTUGUESE DESCENDANT FROM SOUTH WEST AFRICA (SWA)...
ESTABLISHED • 2014
RUACANA
A DESIGNER, ARTIST, FATHER AND LOVER OF LIFE
RESIDING • DESIGNING • LIVING IN BEAUTIFUL LISBOA, PORTUGAL.


FOREST DUMP




Desde cedo que percebi que intervir na rua me fazia sentir que contribuia para algo que valia realmente a pena. O facto de conseguir chegar a uma comunidade e poder partilhar com ela uma mensagem que tende a tornar o mundo um sítio melhor, foi o que me atraiu.


©nunofigueira . 2018




MARIA DEL MAR E MARTA GASPAR
 

Maria del Mar & Marta Gaspar têm desenvolvido nos últimos dezassete anos trabalho conjunto nas Artes Plásticas, construindo esculturas em pasta de papel, essencialmente animais em grandes dimensões (a partir da reutilização e reciclagem de vários materiais), com os quais têm realizado várias exposições em Jardins e Museus do nosso país e também em Espanha ::: Barcelona e Madrid.
Maria del Mar Amate nasceu em Lisboa a 26 de Dezembro de 1969. Após ter frequentado o ensino secundário na escola Artística António Arroio, formou-se em Design, ramo Tecnologias Gráficas pela Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha. Frequentou o 3º ano do Curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa. Desde muito nova que se sente atraída pela criação artística.
Marta Gaspar nasceu em Lisboa a 14 de Outubro de 1974. Após ter frequentado o ensino secundário na escola Artística António Arroio, formou-se em Design, ramo Tecnologias Gráficas pela Escola Superior de Arte e Design de Caldas da Rainha. Frequentou o Curso de Design Gráfico do ARCO em Lisboa. Desde cedo que se sente seduzida pela comunicação visual e expressão artística.
Professoras, com Mestrado em Educação Especial (domínio cognitivo e motor).



VITOR SERRANO


THIS IS NOT POLITICAL THIS IS IT
Nasceu em Setúbal nos finais dos anos 80, estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, vive e trabalha actualmente em Lisboa.
Centra-se na individualidade de género e na singularidade, reveladas através do quotidiano íntimo e do auto-retrato. Em confronto directo com a generalização de subculturas, traça um imaginário clínico e simultaneamente um manifesto plural.
Foca-se na relação entre corpo e espaço: o espaço como pilar do comportamento humano, como condicionante do lugar de cada indivíduo no espaço e sociedade que habita.
Da abstração concreta para a ressurreição física.
No limiar do certo e do errado criam-se construções sociais imponentes e antagónicas, que projectam ideais opressores e dominantes. Somos alimentados por bons velhos costumes e tradicionalismos afirmativos. Somos parte de moldes piramidais que se centram no topo e não num todo. O que somos a nós não nos diz respeito. http://vserrano.tumblr.com/

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